
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Um sorriso 'e um beijo sem o toque dos labios
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
A politica pos-moderna e o meio-ambiente
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Permiti-me ao pessoal
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
E se eu falasse mais serio, acreditar seria mais facil?
Ser a favor da Dilma Rousseff exigiria de mim um estômago que não tenho, ser contra, por outro lado, é uma questão de princípios. Como estudo a indústria cultural, tenho plena consciência de como esta longa campanha deixou o povo sem escolha nenhuma. Não que eu goste do Serra, ou que eu ache que bom mesmo seria a Marina, isso também seria ir contra toda minha geração, que já não confia mais em nenhum político. Porém a Dilma me aterroriza. Lhes esclareço:
Do começo da campanha para cá, ela já apareceu em várias capas de revista, é ouvida e citada como se já tivesse sido eleita, o Lula, que é quem a colocou no palanque, fez até um filme, provavelmente visando uma futura reeleição, a qual com certeza, infelizmente, ele venceria. Até câncer ela teve. Seu câncer me deu a certeza absoluta que ela já tinha sido eleita e que não havia nada que qualquer pessoa mais esclarecida pudesse fazer, criar a comoção geral é a ferramenta mais antiga da propaganda, um estudante do primeiro ano de publicidade poderia pensar nisso, porém as revistas, jornais e a televisão não fizeram a menor questão de serem discretos quanto ao seu interesse em colocá-la no poder.
Contata-se isso por que, mesmo que não façam propaganda aberta pela candidata, seu nome e seu rosto permanecem no imaginário da população, a qual, muito pouco instruída em sua maioria, não guarda pequenos detalhes do que lê ou ouve, portanto, o nome de Dilma, a palavra câncer, e o nome do Lula, permanecem ligados, fazem inúmeras livres associações dentro do cérebro de cada brasileiro, por mais distraído que seja, e criam uma sensação de falsa intimidade, o que leva, finalmente, ao voto.
Mas sua campanha não se bastou nisso. Ontem eu parei no canal da globo, estava passando o horário eleitoral, que por mais deprimente que seja, é engraçado, claro que o eleitor gosta, já que ele se sente um palhaço normalmente, pelo menos alguns governantes assumem que são palhaços também. Puro marketing, os partidos colocam personagens - repito, personagens, figuras, caricatos – para que o número do partido fique na cabeça do eleitor. Poucos pensam em se eleger pelo debate, boas promessas de campanha e fidelidade com seu eleitorado. Não é a toa que os publicitários brasileiros estão muito bem premiados.
Depois disso começou a novela Passione, a qual eu estava assistindo pela primeira vez. Quando notei um nome conhecido: Dilma.
Era o nome de uma das personagens da novela.
Antes de eu expor minha indignação, devo explicar que repetir um nome de uma marca, como por exemplo, coca-cola, faz com que as pessoas mantenham essa palavra na cabeça e optem por ela dentro de várias opções. São estratégias utilizadas por varias grandes empresas, como Nike, Coca-Cola, McDonald, Ford, Volkswagen, etc. E como pode-se constatar, são marcas de muito sucesso no mercado. A relação que faço a provável futura presidente é que desta mesma estratégia se utiliza a novela da Globo ao colocar o nome dela em um dos personagens, o que, por estranha ironia, ainda não vi ninguém contestar.
Insatisfeitos com apenas isso, seu nome é o único, comprovadamente, que é repetido em quase todos os diálogos que a envolvem, não existe outra personagem em que isso fica tão claro.
O perigo mora nisso, a população geral não tem consciência disso, mas Dilma Rousseff esta sendo, neste exato momento, imposta para todos, dentro de uma campanha que nada tem de justo ou democrático. É o primeiro sinal da violência velada que tirar a escolha do individuo fazendo uma lavagem cerebral, vote no que eu escolhi para você.
domingo, 29 de agosto de 2010
Cronica (?)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
A arte dos animais

"A arte é difícil de definir. Podemos considerar arte algo por causa da resposta que suscita no espectador, o contexto no qual ele é visto (que respondem diferentemente a uma lata de sopa exibidos em um museu) ou qualidades formais, tais como equilíbrio e simetria. Se esses critérios fossem suficientes, uma rocha ou teia de aranha podem ser chamados de arte. Mas a arte também implica a intenção de se expressar. Embora muitos animais criem padrões e estruturas que inspiram admiração nos seres humanos, há pouca evidência de que eles estão se engajando na expressão artística."
"Muitos animais produzem colorido, simétrico padrões, mas eles não são necessariamente criados para o seu apelo visual. Embora possam ser complicado e belo, mais construções animal ou são puramente funcionais (como um ninho) ou produzidos em resposta a algumas impulso biológico (como atrair um companheiro)."
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Facil é invejar ao ateu
Que de tão tranquila e pacifica lhe apresentou a vida
Nunca teve a necessidade sufocante de Deus
Nunca precisou olhar para o céu e clamar misericórdia
Nunca teve mortos a quem desejou vivos, ainda que em alma
É impossível sofrer sem se espiritualizar e permanecer vivo
Destes que sofrem sozinhos, morto permanece o coração
Aos que aprenderam a cultivar o espírito no padecimento
A vida apenas prossegue o rumo do que os cabalistas podem classificar como carma
É o mais próximo que se pode ter da felicidade
Se todo ser humano procura um sentido na vida
É porque todos possuem o desejo de construir algo significativo
Apenas neste desejo e na concretização deste, o homem abandona a maldade inata
Da qual justificam as leis e argumentam os filósofos
E pode abraçar finalmente a parte mais bela da religião
(que ainda que peque em certos preceitos)
É a única categórica em afirmar e confirmar a bondade inata do homem
E na sua intenção óbvia de fazê-la prevalecer.
“Sim, as brutalidades do Progresso chamam-se revoluções! Depois delas acabadas, reconhece-se uma coisa: que o gênero humano ficou maltratado, mas que deu alguns passos para diante! [...] O Progresso deve crer
Vitor Hugo. Os Miseráveis.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
comenta comenta comenta
Sobre a burrice
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Quantos por cento de burrice tens?
E por serem parcelas podem ser contadas em porcentagem
E por ser burrice não se pode contar
Assim, nunca sei quantos por cento serei burra
Ou se me acomete agora
E nem sei contar sua duração
O problema da burrice é a ausência de matemática
Olha a loba!



sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Brain Storm
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
APOENA QUER FALAR
sábado, 24 de julho de 2010

segunda-feira, 19 de julho de 2010
Primeiras fotos por Apoena Baquara




sábado, 19 de junho de 2010
Nao deu tempo
.
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Sem foto, pra que?
sexta-feira, 9 de abril de 2010
No bonde...

Sempre que a saudade aparece
ela se lembra do prazer que era sentar em seu colo
a razão me recorda de outros colos
e que eles também davam prazer
e dos colos que terei.
Dai a saudade me insiste
naquele momento
irredutivel ela afirma,
que não volta mais
A razão diz que o momento
o tal momento
esse não voltará junto com você.
A saudade, teimosa, parte com malícia
em coisas mais proibidas
em descobertas únicas,
lá naquele espaço só nosso
A razão, constrangida, afirma ter sido uma loucura
uma coisa qualquer
E que
Loucuras não constróem castelos.
Já atordoada a razão se encolhe
antes mesmo de dar tempo à saudade pensar
a saudade choraminga as loucuras, os colos, os beijos e momentos
mas sem resposta
sem desejo
sem mudar de ser quem é
saudade
E ficam as duas lá
sem argumentos
fechadas
abaladas confusas
apelando pela indiferença
E a indiferença não vem.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
A Quebra
julgamentos.
Formatos!
Mais que romper, rasgar -
...uma crença, um preconceito, uma personalidade, uma definição,
rasgar com faca cega, carne raspada e sangue:
o crédulo;
o fútil e útil;
o ingênuo;
o natural.
Ás vezes a melhor ideologia está errada.
E nas vezes em que a melhor ideologia está errada.
Nesse espaço de tempo eu fui;
nesse vácuo no tempo eu era.
Foi por pouco que - acontece,
e era tão pouco para acontecer.
Uma alma, um porto, uma carreira, uma família...
Vendido, por 234,60 reais, do cavalheiro deitado para o senhor diabo.
E que Deus ajude, o que o diabo compra, por mil porcento mais ele revende.
Apoena Baquara





